quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Cartéis, grupos e conspirações do poder que não é somente discursivo.

Após um longo período de silencio e contemplação, de abandono ao diário de poseidon, retornamos aos ambientes esquizofrênicos e neuróticos de horror, dos gritos e das vozes de denuncia e indignação com os modelos coloniais, que são completamente atuais, ver o exemplo do que acontece hoje com os indígenas Guarani Kaiowá denunciado publicamente através do documentário À Sombra de um Delírio Verde, e de outros inúmeros tipos de exemplos de marginalização racial e cultural em imposições de situações e conspirações de grupos exploradores que visam a submissão do individuo livre pensante em uma rede de exploração, alienação e condicionamento cotidiano, com interesses unicamente nos lucros pessoais de uma elite fascista "sem nome" que gera (cegos) seguidores violentos dos "istas" no mundo inteiro, mas esta elite tem muito dinheiro pra gastar com o objetivo no controle da humanidade. Não se trata de uma tola tentativa de denuncia ao charlatanismo dos cartéis, de um mercado de domínio local de desapropriações, de crimes e chacinas, em análise micro esse assunto possui proporções profissionais no Brasil, embora não muito discutido socialmente, é por demais praticado, e mesmo o domínio global não deixando de ser um tema bastante abstrato, é possível se chegar criticamente a ele, seguindo a sugestão da análise da inclusão excludente, do ciclo da margem ao centro e do centro à margem com a teoria da informação. As formações de nossos partidos políticos surgiram ao compactuarem com a subordinação do povo em um domínio de submissão ao tempo, escravizados pelo consumo de quem não mais produz para si, em um calendário de servidão, e mais ao divulgarem uma possível autonomia política dos falsos "benefícios" assistencialismos, dentro de uma atual sociedade colonizada de valores que dissemina intolerância, violência e animalidade, a quem deseja o laicismo (aos da área do direito uma utopia constitucional?), o nomadismo e a instrução (utópica) criticamente livre de dogmas como acusado de novo modelo de seguidor do diabo, ao mesmo tempo que ostenta cegamente de forma ortodoxa (pelo "bem" dos descendentes) e idolatra as corporações e as vozes institucionais do deu$ da salvação financeira e da adoração ao consumo. Nossas tarifas e nossos impostos são altíssimos ao mesmo tempo que os sindicatos, assim como as igrejas e instituições bancárias muito lucram e simplesmente nada declaram a ninguém. São os monopólios institucionais do presente. E a ti resta trabalhar muito e calado para servi-los em seus códigos e leis. Será que se calam mesmo sem receber? A estatística é que muitos dos políticos que declaram suas informações, antes que haja a quebra de sigilo fiscal em que os mais descarados são submetidos, ainda procuram e acham diversas formas de trambicar, burlar, deturpar as informações, com os explícitos exemplos dos diversos processos de corrupção, nos muitos setores da sociedade, das trocas de favores pessoais, do nepotismo inconsequente aos  mensalões atualmente presentes na mídia brasileira. Algo que todos esperavam ansiosos para ver, e quando se mostra assim tão nitidamente na realidade, a reação é de imobilização e inércia, típico daquele que assiste o passar do tempo escatológico através da TV. Pelo menos uma prova se tem dos vestígios, é de que a coisa foi instaurada de forma eficaz. Do capitalismo selvagem, de estabelecer o máximo quantitativo "possível" de trabalhadores (dependentes) com um salário (condição material) vergonhoso que mal cobre as necessidades básicas, ao socialismo que termina quando acabar o dinheiro dos outros, os sistemas que se movimentam através do viés financeiro, das crises financeiras na Europa, aos escândalos no Brasil, a situação é de perplexidade.


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