quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Sistema Mercantil Totalitarista.

Servir é o que todos gostam. Aos motivos, diversos. A questão é como serve, para servir mais correto. Um e dois somando bilhões, de desejos tão concretos. Tem os vivos encarando os mortos, nas lembranças de outros tempos. O passado não volta, no entanto se volta ao passado. A lógica de agora, é que só servem ao dinheiro e assim se valorizam. No mundo das aparências, as máquinas conectadas, lá fora os ruídos dos veículos. Do efêmero se consome há centenas de anos. Enriquecendo  uma economia de bens controladores. O cuidado é pra não se tornar escravo de alguma mercadoria. Então, para muitas pessoas o tempo custa dinheiro. Se trabalha de manhã, de tarde e de noite. Dizem que ninguém gosta mais de trabalho tanto quanto o escravo. Não lhe deem o que fazer e  logo o verão sofrer, mas para amenizar o sofrer, consomem mais e mais em um círculo vicioso de ganhar para comprar. E quem é que controla esse circulo? E existem outros círculos? Quando plantar, regar e colher acabar. Nem tudo se esqueceram, os que agora vivem cá, pois só lembram de trabalhar para comprar. Outros contemplam a morte nas TV's, e assim, hipnotizados, todos vivem uma parte da tragédia alheia. Nos fazem assim pensar, quando acontecerá conosco? Sua ingenuidade me comove o coração. Existem outros que também exercem muita força. Aqueles que dizem que devem ser todos iguais? E os que dizem que são mais sagrados que os outros? Isso no meio das tradições que ornamentam a beleza de várias formas.  A mais seguida sempre consideram a "mais nobre". Ao passo de que vendem todo seu tempo, e sabe-se que se existe aquele que compra, com algum interesse qualquer. Ambições todos têm, das formas que ela vier. Alguns podem mais que outros. Logo pensam, para que tanta inveja? O que te leva à mentir para si mesmo. Todos querem ser reis, por isso destroem a imagem do rei. Essa é a política do dia. O torne normal, comum. Todos comuns. Como te soa essa palavra? Comum. E inclusão? Ressoa também do sonho da igualdade? Quantos labirintos para se pensar... E estratégias para desmistificar... E os pensadores sonham com a obra escrita. Quanta razão jogada aos cantos da vida. Eu não poderia dizer tudo. Nunca foi permitido isso a ninguém. E a memória total se disfarça no infinito das galáxias. O consciente e o inconsciente, na neurose se confundem. Outros falam sobre algum tipo de mal-estar. Há os que preferem o deixe estar. Ainda há para que lutar? Nunca se não há um propósito. Pois o mercado quer tudo abarcar. É que se comercializavam as pessoas, e agora se consomem o tempo das pessoas. A continuidade da novidade de consumo. A ambição pela moda. Como efêmera se tão duradoura?  Todos pela conquista foi o que mais se viu na guerra. Mas ainda lutam pela conquista, e ainda mais pelo dinheiro. Uma luta um pouco diferente, da que envolveu o aço, o cavalo e a pólvora. De alguma forma, pelo investimento de ogivas nucleares e pela inserção dos maquinários modernos nas vidas das pessoas. Uma revolução das máquinas? Isso eu não posso dizer ao certo.

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