segunda-feira, 26 de julho de 2010

(A) Cerca do Tempo!

Como o tempo reverbera nos sentidos do corpo que lê essas palavras? E agora, o que deve ser dito? É que se deve prestar atenção aos que dizem para fazer isto ou aquilo? Isso porque se descobriu as possibilidades da vida cuja a força não está inclusa somente na invenção; tanto na imitação, na reflexão, na coragem, no desespero, na persistência e na desesperança? Igual a como era nas viagens de exploração das grandes expedições marítimas que escreveram esse Novo Mundo? Essas foram também as viagens para além os domínios mais fantásticos e perigosos da vida? Se não morremos mais de fome, padecemos também de uma fome de pensar? Pensar o tempo que morre e que vive na memória e na vida? O tempo limita o pensar e se o pensar fosse infinito todas as possibilidades de criações se revelariam de uma pré-existência, assim teríamos uma filosofia perene, como queria Aldous Huxley. Será por isso que todo pensar é local, temporal e conseqüentemente situacionista da vida e da morte? Como em Blake no seu Matrimônio entre o Céu e o Inferno.

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